Violência sexual durante a pandemia

Com o isolamento social, medida necessária para conter o avanço da COVID-19 no Brasil, muitas crianças e adolescentes ficaram ainda mais vulneráveis e expostos à diversas violências e, sem contato com demais familiares, profissionais de educação e outros adultos, a identificação de situações de abuso sexual ficou ainda mais difícil.

Por isso, é extremamente importante que toda a sociedade fique atenta ao comportamento das crianças e denuncie qualquer suspeita de violência sexual.

A sua atitude pode mudar para sempre a vida de uma criança!

Fonte: Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

Negligência também é violência.

Fique de olho no
comportamento das crianças

Conheça alguns sinais que podem ajudar a identificar se uma criança sofre ou sofreu violência sexual:

  • A criança está agressiva, irritada ou machuca o próprio corpo;
  • Apresenta brincadeiras sexuais inadequadas e que não são próprias para a idade;
  • Apresenta marcas de agressão ou machucados, tem dificuldade de andar ou sentar;
  • Está desatenta ou desinteressada nas atividades da escola e brincadeiras;
  • Está muito quieta, triste, medrosa ou chorosa;
  • Evita ir para alguns lugares ou encontrar alguma pessoa;
  • Faz desenhos agressivos, que mostram situações de medo ou cenas envolvendo questões sexuais;
  • Passou a ter alterações de sono, fica cansada fora de hora ou tem dificuldade para dormir;
  • Passou a ter transtornos alimentares;
  • Passou a ter transtornos mentais como depressão, ansiedade e automutilação.

Em meio à pandemia alguns indícios podem ser mais comuns, como:

  • Barulho de objetos quebrando, choros ou gritos, independentemente da frequência (podem ser pontuais ou recorrentes);
  • Mudança drástica de comportamento, por exemplo, uma criança mais agitada e comunicativa passa a ficar quieta e retraída ou vice e versa;
  • Silêncio em casas que sempre foram agitadas também pode ser um sinal de que algo não vai bem.

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