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Pode ser Abuso

Você conhece alguma criança que está desatenta na escola? Quieta ou agressiva?

Só em 2015 mais de 18 mil denúncias de abuso sexual contra crianças e adolescentes foram registradas no Disque 100. Isso significa que todos os dias, são feitas cerca de 50 denúncias. No entanto, o número pode ser bem maior quando considerado que muitos casos permanecem em segredo.

A Campanha Pode ser Abuso surgiu para quebrar esse silêncio! Com uma forte mobilização nas redes sociais e na mídia, a campanha sensibiliza a população para o tema, com peças que retratam a violência, orientam sobre possíveis sinais de que uma criança está sofrendo abuso e informam os canais de denúncia, além de ser divulgada para diversos parceiros, empresas e mais de 2.300 municípios, a fim de ser disseminada para um público mais amplo.

O abuso sexual infantil pode estar mais próximo do que você imagina. Com o objetivo de orientar a sociedade e os profissionais da educação, em especial, professores — que passam a maior parte do tempo em contato com as crianças —, a campanha leva para diversos locais como escolas, prefeituras e organizações sociais os principais sinais que podem revelar possíveis casos de abuso nas crianças e adolescentes, por meio de cartazes explicativos. Dessa forma, casos em todo o País poderão ser identificados com mais facilidade e denunciados.

Independente da frequência o abuso sexual deixa marcas para a vida toda! Todos somos responsáveis por quebrar o silêncio e mudar essa realidade. Abuso sexual é crime e deve ser denunciado.

Diversos veículos de comunicação se sensibilizaram e aderiram à campanha. Ajude você também! Baixe os materiais da campanha e compartilhe em suas redes sociais.

Faça algo por uma criança desconhecida, faça algo por uma criança que você conhece!

Apoie a campanha e use a nossa hashtag: #PODESERABUSO

18 de Maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Neste dia, em 1973, uma menina de 8 anos, de Vitória (ES), foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada. Seu corpo apareceu seis dias depois, carbonizado e os seus agressores nunca foram punidos. Com a repercussão do caso e forte mobilização do movimento em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, 18 de maio foi instituído como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Desde então, esse se tornou o dia para que a população brasileira se una e se manifeste contra esse tipo de violência.

Saiu na mídia

A Fundação Abrinq, em parceria com a Rede Nossas Crianças, promoveu uma caminhada e debate no dia 18 de maio com o intuito de marcar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. A mobilização teve o objetivo de convocar toda a sociedade e informar que é preciso garantir à toda criança e adolescente o direito de se desenvolver de forma segura, protegida e livre de abuso.

A caminhada iniciou por volta das 9h15, saindo da Praça do Ciclista, Avenida Paulista, s/nº, indo até o Conjunto Nacional, Av. Paulista, 2073 – Cerqueira César.

O evento ocorreu no Teatro Eva Herz, na Av. Paulista, 2073.

No evento, o debate foi mediado por Denise Cesario, gerente executiva da Fundação Abrinq e contou com a presença da Profª. Arlete Scodelario, do Instituto Sedes Sapientae, Daniel Ribeiro da Silva, psicólogo do Polo de Prevenção a Violência Doméstica e Sexual da Associação Cultural Comunitária Pró-Morato, e dos esportistas Joanna Maranhão e Alexandre Montrimas, ambos ativistas pelo combate ao abuso sexual infantil.